Manhã chegou trazendo esperança
Consigo trouxe o brilho do despertar
Vou acreditar.
Acreditar na esperança da continuidade.
Respiro seu ar gelado
Que me enche os pulmões.
Oxigênio para o cérebro.
Bombeia este sangue, coração!
Acorda, acorda, acorda...
Vive, vive, vive.
Bate sem parar.
Segue num ritmo acelerado,
Num crescendo de emoções.
Recomeçar, eu quero recomeçar.
Viver, amar, ACORDAR!
Dedico essa poesia ao meu irmão João.
Recebi este poema de minha irmã caçula, Mélis, em 26 de outubro de 2011, no momento mais difícil que eu havia vivido até então.
No momento mais difícil que eu já vivi, ela me mandou esse lampejo de esperança.
Só hoje percebo a profundidade das palavras, o potencial que ela via em mim, a esperança danada que aquela danada tinha em mim.
Mélis... preciosa é o que ela é.